The
bar
room

Sofisticado e masculino, por entre copos e apostas, neste quarto com Lisboa como pano de fundo, é obrigatório ir a jogo.

Aqui não há bluff, arriscar é ganho certo. Na clandestinidade dos instintos mais primários, o cabedal, a madeira e a pedra fazem parte da jogada.

Facilidades burlesco

VIP
EXCLUSIVO

Máquina
de café
Nespresso

Coluna
Marshall

Rainshower

LCD Smart
TV

Peq.-Alm.
Buffet
Incluído

Roupão e
Chinelos

ÁREA DE
25M2

CAMA
DE CASAL
1,80 M

Mais facilidades

Hanna

A ARTE DE LUDIBRIAR

Hanna sempre se moveu no submundo da noite. Entre bares e cabarets, relacionamentos e amizades fortuitas, Hanna tornou-se uma sombra sem passado nem presente ou história que a ligasse a alguém. Não era cantora nem bailarina, a sua arte era ludibriar. Elegante, sensual e com uma inteligência acutilante, muitas vezes vestiu a pele de croupier ou soprou dados de mãos alheias. O seu maior talento não era o jogo… mas sim a jogada.

Conheci Hanna numa das suas viagens a Lisboa, através de um amigo comum que a recomendou devido ao seu talento ímpar para resolver “problemas”. Cruzámos caminhos de forma furtiva e criámos uma cumplicidade das que já não existem. Hanna permaneceu em Lisboa e hoje não vivo sem ela. É o meu braço direito e a minha confidente. Só eu sei quem Hanna é verdadeiramente. Em jeito de brincadeira costumo dizer: “Hanna, os segredos são, sem dúvida, a alma do negócio”

Hanna sempre se moveu no submundo da noite. Entre bares e cabarets, relacionamentos e amizades fortuitas, Hanna tornou-se uma sombra sem passado nem presente ou história que a ligasse a alguém. Não era cantora nem bailarina, a sua arte era ludibriar. Elegante, sensual e com uma inteligência acutilante, muitas vezes vestiu a pele de croupier ou soprou dados de mãos alheias. O seu maior talento não era o jogo… mas sim a jogada.

Conheci Hanna numa das suas viagens a Lisboa, através de um amigo comum que a recomendou devido ao seu talento ímpar para resolver “problemas”. Cruzámos caminhos de forma furtiva e criámos uma cumplicidade das que já não existem. Hanna permaneceu em Lisboa e hoje não vivo sem ela. É o meu braço direito e a minha confidente. Só eu sei quem Hanna é verdadeiramente. Em jeito de brincadeira costumo dizer: “Hanna, os segredos são, sem dúvida, a alma do negócio”