THIS IS
MAXIME

Lisboa mudou… está diferente, mais mundana e irreverente, mas continuará (sempre) a esconder mistérios… A minha história nasceu aqui, na praça da Alegria, no dancing, na música que ecoa nas paredes… Expoente máximo da Lisboa boémia, fiz o Maxime Hotel à imagem do cabaret: burlesco e provocador. O espectáculo vive em cada recanto do hotel e dos 75 quartos que o distinguem dos demais hotéis em Lisboa.

O Maxime Restaurante – Cabaret é a nossa coqueluche e palco de experiências únicas. Aqui apresentamos os mais variados espectáculos mas a vedeta da casa é a gastronomia do Chef Luca Bordino.

Bem-vindo ao Maxime Hotel em Lisboa, ao cabaret, à boémia, aos beijos trocados e aos segredos sussurrados, bem-vindo à música e à dança.

Eu sou a Lady Maxime e vou contar-te a história do Maxime…

THE HISTORY OF MAXIME

Prosperidade económica, social e cultural. Aumenta-se o consumo generalizado e a ostentação. O divertimento torna-se essencial à vida e Lisboa vê surgir os primeiros clubes nocturnos, casas de jogo, os dancings e os cabarets, entre eles, o Club Maxim’s, um dos ícones da noite Lisboeta da época.

[1920]

OS LOUCOS
ANOS 20

[1949-1959]

Maxime Dancing

10 ANOS DE GLÓRIA

A 30 de Novembro de 1949 o Maxime Dancing abre as suas portas, na Praça da Alegria, inspirado pelo antigo Maxim’s
Luxuoso cabaret de inspiração parisiense com actuação de orquestras e espectáculos coreográficos.
Durante anos foi palco de grandiosas actuações nacionais e internacionais. Cantores, actores, bailarinos, alternadeiras espanholas fizeram deste palco a sua casa.
Era uma casa de espectáculos única e sem rival, atmosfera própria, efeitos de luz à frente do seu tempo, “O melhor cabaret de Lisboa de todos os tempos”.
Ali cantaram os grandes nomes da canção portuguesa – António Calvário, Simone de Oliveira, Tony de Matos, Alfredo Marceneiro, fadista Fernando Farinha e actuaram grades artistas – Raúl Solnado, José Viana e Gina Braga. Chegou inclusive a receber Júlio Iglésias no início da sua carreira.

[1960]

Maxime Dancing

O DECLÍNIO

Com a passagem do tempo a clientela foi decaído e o seus tempos áureos foram dando lugar a um paraíso de decadência que perdurou por vários anos. As famosas bailarinas espanholas deram lugar a bailarinas de leste e os espectáculos outrora de renome, foram dando lugar ao fado e ao folclore em horas próprias e a meninas a despirem-se em horas impróprias.

[2006-2011]

Maxime

O RENASCER E O FIM

Manuel João Vieira tentou recriar um novo cabaret português, afastando este icónico espaço do ambiente decandente que originou o seu fim na década de 60. A partir de 2006 e aproximadamente durante 5 anos o Maxime voltou a estar na moda e rapidamente ganhou o seu lugar no roteiro da noite Lisboeta, sendo palco de vários concertos e espectáculos burlescos. Em 2011, o M vermelho incrustado numa espécie de insígnia azul apagou-se e o Maxime acabou por fechar as suas portas.

[2018]

Maxime

FEZ-SE HOTEL
E REABRE
AS SUAS PORTAS

Passados 7 anos, o expoente máximo da Lisboa boémia de meados do século passado, o Maxime faz-se Hotel, e reabre, mais apaixonado que nunca pela capital que sempre foi o seu berço.

Rejuvenesce para acompanhar o lifestyle da cidade e promete ser palco de grandiosas experiências para quem procura viver e sentir a cidade no conceito vibrante e glamouroso do cabaret. O Maxime Hotel alarga horizontes para albergar dentro das suas portas a experiência do mundo inteiro.

Uma homenagem às antigas coristas e bailarinas

Uma
homenagem
às antigas
coristas
e bailarinas

No Maxime Hotel as coristas e as bailarinas, que durante anos deram vida ao palco do Cabaret Maxime, serão eternamente recordadas.
Cada um dos 70 quartos deluxe presta-lhes tributo através de imagens que ilustram as paredes e dão alma ao quarto. E um deles, o 501, é verdadeiramente especial porque, ao chamar-se Judite, celebra a vida desta artista, que aqui actuou várias vezes. A história de Judite, a Batatinha, assim chamada porque começou por vender cigarros e batatas fritas no Maxime, pretende relembrar todas as coristas que por aqui passaram e deixaram a sua marca.

As espanholas, por outro lado, tiveram também um papel determinante na história do Maxime. Mais soltas e desinibidas que as bailarinas e coristas portuguesas, as “irmancitas” vinham fugidas da ditadura de Franco, e faziam as delícias dos portugueses. Por vezes actuavam sozinhas, mas na maioria das vezes actuavam em grupo nas célebres Troupes, como a Troupe Hispánica. No Dressing Room, são homenageadas através das irmãs Las Carmencitas, que são as personagens que habitam este quarto temático e que dão vida às bailarinas espanholas mais famosas do Maxime Restaurante-Bar dos dias de hoje.